Sobre

Cláudia Holetz

Formação Acadêmica

Sou psicóloga graduada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 1989. Tenho formação em Psicologia Existencialista Científica pelo NUCA – Núcleo Castor de Estudos e Atividades em Existencialismo.

Além disso, possuo especialização em Psicologia Clínica, reconhecida pelo Conselho Regional de Psicologia, e em Gestão em Saúde pelo Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

Sobre mim

Tenho mais de 35 anos de experiência em atendimento psicoterapêutico, trabalhando com adolescentes, adultos, casais e famílias, além de oferecer Orientação Profissional. Também realizo atendimentos voltados a profissionais liberais — como médicos e advogados — e executivos de alto escalão, incluindo diretores e C-Levels.

Sou especializada no tratamento de pessoas que enfrentam sofrimentos psicológicos ou emocionais, e na intervenção para superação desses sofrimentos. Ao longo da minha trajetória, aprofundei meu trabalho em questões como depressão, síndrome do pânico, alcoolismo, sexualidade, uso de drogas, esquizofrenia, fobias, medos, ansiedade, além de problemas que envolvem casais e famílias.

O atendimento é realizado em sessões individuais semanais, de uma hora. Quando necessário, também envolvo familiares — como pais, irmãos, filhos ou parceiros — em encontros conjuntos, para ampliar a compreensão e o apoio no processo terapêutico.

O que é um problema psicológico?

Um problema psicológico pode ser entendido como uma dificuldade relacionada à personalidade. O atendimento psicoterapêutico busca esclarecer o que está acontecendo com o paciente, ajudando-o a compreender melhor sua própria experiência. Questões como timidez, medos, crises de pânico, dificuldade de concentração, compulsões, obsessões, além de problemas ligados ao corpo, à alimentação, às relações familiares e profissionais, ou à dificuldade em estabelecer limites, são exemplos de dificuldades de uma personalidade. Esses aspectos podem ser trabalhados e superados ao longo do processo psicoterapêutico, promovendo maior segurança e qualidade de vida.

Muitas pessoas perguntam se um problema psicológico é algo que acontece “na cabeça”. Seguindo esse raciocínio, um problema físico seria restrito ao corpo. No entanto, compreendo que somos um eu, uma personalidade corpo e consciência.

A Psicologia Existencialista Científica compreende a personalidade como um processo histórico, construído nas relações com a família, os amigos, os estudos, o trabalho, a cultura, o passado e o futuro. Assim, a personalidade é constantemente afetada pelo que acontece ao seu redor.

Um problema emocional surge a partir de situações concretas da realidade. As pessoas se abalam porque têm medo de andar de avião ou de elevador, de contrair uma doença, ou de perder alguém que amam. O problema psicológico, que nos atinge de forma psico-física — corpo e consciência — decorre do que está acontecendo na realidade.

Quando alguém se emociona, surgem sintomas como choro, taquicardia, sudorese, dispersão, ou até a alegria, euforia. Portanto, quando uma pessoa é afetada psicologicamente, toda a sua personalidade é impactada — corpo e consciência.

Segundo o psiquiatra holandês Dr. Jan Hendrik van den Berg, um problema psicológico surge sempre da relação que a pessoa estabelece com seu corpo, com o mundo ao seu redor, com os outros, e com seu passado e futuro.

No processo psicoterapêutico, é fundamental verificar como o paciente se relaciona com suas emoções, sua vida cotidiana, seu corpo, suas relações interpessoais, bem como seus medos e inseguranças. A psicoterapia tem como objetivo oferecer um esclarecimento técnico-científico acerca do sofrimento humano, buscando compreender o que está acontecendo emocionalmente com a pessoa e, assim, auxiliá-lo na superação de suas dificuldades.

Para isso, vamos ver a relação da pessoa com as coisas que a cercam, e a função que cada coisa exerce em sua vida. O trabalho começa pelas dificuldades atuais e pelas inseguranças presentes, até chegar à origem dessas questões. A partir daí, o processo terapêutico busca transformar esse fenômeno, permitindo que a pessoa construa um futuro diferente, com menos medos e inseguranças.